OBS: Se você não gosta de opiniões carregadas de sentimentos, verdadeiras e que vêm do coração, não da razão, não comece a leitura, volte para sua revista Nova ou para sua Capricho.
A vida é muito engraçada às vezes.
Coloca situações em nosso caminho em que você pára e se pergunta: será que são as pessoas ou sou eu? Tenho me sentido assim ultimamente. Sei que relacionamentos são as chaves para o bem estar de uma pessoa, em vários aspectos: se você tem um bom círculo de amigos, você está bem amparado. Se tem poucos amigos, tem apenas uma pequena base, às vezes sólida, por vezes nem tanto, se não são bons amigos.
Posso me considerar uma pessoa com poucas e sólidas amizades. As outras, como eu chamaria, colegas? Mas nem sempre são de uma classe… bom, vou chamá-las de “conhecidos”. Porque existem amigos e amigos né? Enfim. Os “conhecidos” demoram para chegar na categoria amigos, pelo menos para mim. Já vivi situações muito chatas com quem eu considerava amigA de verdade e no fim das contas só queria me ferrar, então hoje em dia sou uma pessoa MUITO desconfiada.
E aí é que eu caio naquele dilema que falei no início. Por causa dessa desconfiança, já fui taxada de metida, tímida demais, arrogante, entre outras coisas. Gente, não é nada disso. Apenas passei a ser mais criteriosa. Isso me atrapalha? Ás vezes. Como ser humano, eu erro, e a pessoa que julguei que não era legal acaba se revelando super gente boa. Mas e quando acontece o contrário? E esse contrário acontece várias e várias vezes? Será que estou sendo criteriosa demais? Ou se as pessoas que têm me decepcionado que são realmente da forma que eu penso?
É UMA BILADA, CINO!
Por enquanto não tenho resposta para nada. O que eu sei é que estou muito chateada com algumas pessoas que se consideram minhas amigas… e na boa, não dão a mínima para mim. Aí vocês dizem pra mim: larga de mão! Te digo que se realmente você considera alguém, às vezes essa opção é muito dolorosa. “Ai que mimimi coisa de gente forever alone, muito emo blablabla”. Ok. Apenas não continue a leitura e saia do blog.
Você acha que bullying só existe contra criança em idade escolar? Bullying não é só jogar o coleguinha na lata de lixo, não. As pessoas adultas (sic) nos ferem com as palavras. Ou com a ausência delas. É muito perturbador ir a uma festa cheia de gente e se sentir sozinho(a). Já fizeram aquele truque com vocês? “Segura meu copo que eu vou ali no fulano” e a pessoa não volta mais? Cara, isso é cruel! Eu largo o copo e vou ver outra coisa. Super babaca. Sou muito mais “vou ali, depois a gente conversa mais”, “com licença” ou então “vamos mudar de assunto?”. Vou até cumprimentar a pessoa que fizer isso!
Porém, por convenções sociais mesquinhas e idiotas, as pessoas preferem fingir, fingir que gostam umas das outras, fingir que estão curtindo aquilo ou aquelas pessoas, tudo é um grande e enorme fingimento. Apenas alguns se salvam no meio. Então, quando isso acontece, é hora de parar e refletir. Depois da reflexão, a ação. Está na hora de agir, e muita gente vai sentir a diferença a partir de agora.



